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Telefônica fecha compra da GVT
O grupo espanhol Telefónica e a francesa Vivendi, controladora da GVT no Brasil, desde 2009, fecharam negócio de quase R$ 22 bilhões, ou 7 bilhões, decidido em 28 de agosto mas finalizado nesta quinta-feira 18.
A Vivendi receberá 4,66 bilhões em dinheiro - dos quais 450 milhões serão usados para abater dívidas -, mais uma fatia de 7,4% do capital da Telefônica Vivo, equivalente a 2 bilhões (tendo como base lo fechamento do pregão de quarta-feira, 17) e participação de 5,7% na Telecom Italia, avaliada na bolsa em 1 bilhão.
O negócio agora depende do aval das autoridades regulatórias brasileiras (Cade e Anatel).
Especula-se que a Vivendi vá gastar parte do dinheiro obtido na venda ampliando sua participação na Telecom Itália, que controla a TIM no Brasil. A compra pela Vivendi de parte da Telecom Italia seria benéfica para a Telefónica, porque resolveria o problema dos espanhóis com o Cade o órgão determinou em 2013 que a espanhola saisse da operadora italiana, para evitar conflitos de interesse e garantir a leal concorrência, já que os espanhóis controlam a Vivo e possuem, indiretamente, participação de 10% na TIM. Com a saída do capital da italiana, a Telefónica encerraria parceria de sete anos com a dona de sua rival no mercado brasileiro. Isso resolveria o problema da Telefónica com o Cade, mas deixaria a Vivendi com fatias na Vivo e TIM o que fará acender a luz amarela do órgão de defesa da concorrência, de novo.
Telecom Italia e DirecTV estiveram entre as empresas que quase compraram a GVT, antes da vitória da Telefônica.
O imbroglio da venda da GVT vinha se arrastando desde o início de 2013 (leia aqui)..
Leia anterior sobre o assunto aqui.