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Marca 'fake' não vende roupas, mas modelos que as vestem
Com o objetivo de iniciar um diálogo sobre tráfico sexual antes do Dia da Conscientização sobre o Tráfico Humano, no dia 22 de fevereiro, a entidade Covenant House apresenta a campanha "Shoppable Girls", no Canadá.
Assinada pela Taxi Toronto, a comunicação gira em torno de uma marca de moda fictícia - Shoppable Girls - que na verdade não vende roupas, mas as modelos que as vestem.
A ideia é buscar atingir a população demográfica feminina que não conhece muito sobre a atual crise de tráfico sexual no Canadá.
"Um dos principais equívocos é que o tráfico sexual não ocorre no Canadá, mas a verdade é que isso está acontecendo em nossas comunidades, com nossos filhos e geralmente bem na nossa frente", ressalta Julie Neubauer, gerente de programas de serviços antitráfico da Covenant House.
A marca Shoppable Girls foi lançada com uma campanha de varejo digital, que utiliza blocos de anúncios no Instagram e Snapchat. À primeira vista, as peças parecem integrar uma típica comunicação no segmento da moda. Somente quando o internauta clica é que percebe que não são as roupas que estão à venda, mas as modelos em si.
Ao acessar o site da campanha, o público terá acesso a informações, como mitos e sinais de alerta sobre tráfico sexual.