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ABA volta ao Cenp
A ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) volta a integrar o Cenp (Fórum de Autorregulamentação do Mercado Publicitário), depois de pouco mais de dois anos (leia aqui).
A informação foi revelada nesta quinta-feira (30), durante o Cenp-Hub, evento do Cenp que está discutindo o papel da publicidade na economia e seu impacto social (aqui). Segundo comunicado, a ABA volta a integrar as instâncias decisórias do Cenp, como o Conselho Superior, a Diretoria Executiva e a Assembleia Geral Extraordinária, além de Comitês e Grupos de Trabalho.
Em junho do ano passado, a presidente da ABA, Nelcina Tropardi, já havia declarado ter assinado um documento que previa uma participação maior nas discussões sobre o novo estatuto do Cenp (leia aqui).
A ABA, que foi uma das fundadoras do Cenp, desligou-se do quadro associativo da entidade em janeiro de 2021, alegando que “o mundo mudou”, bem como a comunicação, além de ter destacado que as novas tendências da indústria "envolvem interesses tanto das marcas, quanto dos veículos e das agências" e que teria "a obrigação de discutir como tornar o mercado mais livre e dinâmico" (aqui).
Em novembro de 2021, a ABA apresentou o Guia de Melhores Práticas ao Mercado Publicitário (leia na íntegra aqui), resultado de debates realizados com mais de 80 líderes, incluindo, além dos profissionais de empresas anunciantes, executivos de agências e veículos, integrantes do Movimento pelas Boas Práticas do Mercado Publicitário Brasileiro. O documento foi construído a partir de convite feito pela ABA ao mercado, em março do ano passado, para diálogo sobre a autorregulamentação (aqui).
“Nos últimos anos, temos nos dedicado a dialogar com lideranças de anunciantes, entidades, veículos, agências e plataformas digitais. Com a ABA de volta ao Cenp, teremos ainda mais força para fazer avançar nossas bandeiras em defesa de uma publicidade livre, pujante, transparente, ética e responsável”, defende Nelcina.
“Esse anúncio de agora celebra esse olhar mais conciliador de ambas as partes. Conseguimos chegar num denominador comum: temos todos os mesmos objetivos, queremos um mercado mais plural, inclusivo, transversal, com ética comercial e respeitando as agendas individuais de cada setor”, declara Luiz Lara, presidente do Conselho Superior do Cenp.