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Cannes Lions 2015 – Cyber – Comentários – Júri
Sergio Gordilho e Jean Lin analisam resultados
O Brasil levou sete leões em Cyber neste ano (veja anterior aqui), ante os nove de 2014, mas, segundo o jurado brasileiro na categoria, Sergio Gordilho, isso não significa um retrocesso.
“Temos de comemorar. Na média, estamos evoluindo. O ano passado é que foi atípico”, explica o co-presidente e CCO da Africa. “Ideia tem safra. Neste ano, a nossa safra de ideias foi boa, mas a de outros países foi melhor”, complementa.
Gordilho acredita que, enquanto em 2014 o Brasil foi capaz de ganhar com um mesmo trabalho em diversas categorias, desta vez o país acabou abocanhando Leões em categorias mais direcionadas.
Ele comenta ainda que essa é uma categoria muito aberta, com diferentes possibilidades, e portanto difícil de julgar. Tanto que já se pensou em trocar o nome de Cyber para Digital.
Para Jean Lin, CEO global da Isobar e presidente de Cyber no Cannes Lions 2015, a categoria buscou celebrar ideias transformadoras, que mudam o jogo e usam a tecnologia para empoderar marcas e pessoas.
O GP em si – Gisele Bundchen – I Will What I Want da Droga5 NY para Under Armour - é uma inspiração para as mulheres, além de prova de que cada vez mais as questões ligadas a gênero e diversidade são tendência na publicidade.
Ela lembrou ainda que a inovação não se limita à questão tecnológica. ˜Uma ideia simples pode ter um impacto social muito grande e isso também é inovação”. Para completar, a executiva comentou como o storytelling continua se aproximando da comunicação comercial e que o digital representa esse “melting point”.