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P&G quer cortar custos e aumentar eficácia criativa
Como pode a Procter & Gamble cortar centenas de milhões de dólares de custos com agências e produção e ainda melhorar a 'eficácia criativa'?
Segundo o chief brand officer da empresa, Marc Pritchard, "cortando o que é porcaria".
O executivo focou fortemente na mensagem "craft over crap" durante seu painel no Lions Festival, na semana passada.
Em entrevista ao Advertising Age, em Cannes, ele discutiu como essa filosofia é central para, simultaneamente, aumentar a eficácia criativa e cortar custos de agências e de produção.
A empresa, que investia cerca de US$ 2 bilhões por ano, há dois anos, agora já está mais perto do US$ 1 bilhão - nível em que a P&G estava há uma década.
Pritchard também saiu em defesa dos muito criticados profissionais de procurement (mesa de compras). E disse que está disposto a compartilhar linguagem e processos de contratos com outros anunciantes para ajudá-los a lidar com o problema. Outras partes da indústria, tais como empresas de mídia, precisam ser mais transparentes também, defendeu ele.
"O que descobrimos, e eu acho que várias marcas diriam isso, é que nós estávamos jogando muito material fora. Nós estamos tentando agora diminuir o ruído e aumentar a qualidade, o que nos dá uma melhores chances de sucesso."
Esse pensamento tem guiado o esforço de P&G nos custos de criação também, ele disse, o que envolve "fazer menos coisas e reinvestir em qualidade e meios de comunicação, dirigindo o alcance que queremos."
Leia matéria do AdAge, na íntegra, aqui.