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Rede social ironiza estudo que prevê perda de 80% de seus usuários
O Facebook decidiu fazer piada, nesta quinta-feira (23), com estudo da Universidade de Princeton que prevê a fuga de usuários da rede social nos próximos quatro anos. Respondeu com um relatório improvisado que concluiu na mesma moeda. Segundo a brincadeira do Facebook, o prestigiado centro universitário ficará sem estudantes em 2021.
Elaborada por dois estudantes de doutorado e divulgada nesta quarta-feira (22), a tese de Princeton afirma que o Facebook perderá 80% de seus usuários até 2017 (leia aqui). O estudo surpreendeu a empresa, que qualificou o trabalho como "sem sentido".
Nesta quinta, os especialistas em análise de dados do Facebook ridicularizaram a previsão: "intrigados com o prognóstico" sobre sua companhia feito pelos doutorandos, eles elaboraram um relatório sobre a universidade utilizando "a mesma metodologia" dos pesquisadores em seu "modelo epidemiológico modificado para descrever as dinâmicas da atividade do usuário de redes sociais online".
Em sua resposta à universidade, a rede social afirmou que Princeton tem menos cliques no botão "curtir" do Facebook do que Harvard e Yale. Também afirmou que diminuiu a quantidade de suas publicações desde o ano 2000 e constatou que o número de buscas sobre Princeton no Google Scholar, que reúne artigos acadêmicos, também caiu.
Usando "o mesmo princípio" do relatório de Princeton, brincam os analistas do Facebook, a rede estabeleceu uma correlação entre as inscrições de estudantes em uma instituição e a quantidade de buscas sobre ela no Google. "Esta tendência sugere que Princeton terá só a metade de suas matrículas atuais em 2018 e, em 2021, não terá alunos", afirma o "relatório" do Facebook.
A piada foi além. "Enquanto estamos preocupados com a Universidade de Princeton, nós estamos ainda mais preocupados com o destino do planeta. As pesquisas no Google do termo 'ar' também caíram de forma contínua e nossas projeções mostram que para o ano de 2060 não haverá mais ar", provoca o "estudo" do Facebook.
Segundo os autores da brincadeira, eles quiseram "lembrar que nem todas as pesquisas são iguais e que alguns métodos de análise levam a conclusões muito equivocadas".
Com Veja.