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Mobile não é a nova TV, mas é também a TV
Que o mobile é um terreno fértil para muitas ideias e ações, disso ninguém tem dúvida. Entretanto, do ponto de vista das agências, há ainda um entrave que não permite que essa colheita seja mais veloz: o anunciante. Essa foi uma das conclusões do painel "O mobile é a nova TV?", que reuniu Renato Virgili (CEO da Pontomobi), Domenico Massareto (sócio-fundador e CCO da ID e diretor de inovação do Grupo TBWA), Pitter Rodriguez (head do Amplify/ Twitter), Alexandre Ravagnani (diretor de criação do Havas Digital) e André Nava (gerente de plataformas digitais da Globosat). O debate, que teve moderação do jornalista Karan Novas,levantou pontos importantes a respeito da publicidade feita para smartphones e de oportunidades para as marcas e plataformas de mídia surfarem no crescimento de consumo de conteúdo e serviços nesses aparelhos.
De acordo com Ravagnani, existe ainda todo um trabalho de convencimento para que o cliente entenda que muitas vezes a solução para um problema está no mobile. “Nós também estamos aprendendo como lidar com as possibilidades e como tornar relevante para o cliente uma ação que passa por um smartphone”, destacou.
Segundo Massareto, do lado das agências, as questões seguem na linha qual o melhor filme, anúncio ou layout que é possível fazer naquele meio, além, é claro, de como transcender o meio e inovar. “Quando as pessoas estão empenhadas em entender o que pode ser feito, conseguimos agregar o que há de melhor, até mesmo no trabalho com as produtoras”, ressaltou.
Um dos caminhos passa por decifrar o comportamento do consumidor no momento em que está com o celular, já que 80% dos brasileiros utilizam o device para enviar mensagens, telefonar, ler notícias entre outros, e principalmente, utilizar as redes sociais.
Para Nava, com o avanço do mobile, foi gerada a vontade de assistir conteúdos em momentos como a viagem até o trabalho, enquanto a pessoa está no ônibus. “Daí a importância e a necessidade de se criar bons conteúdos. Na Globosat não separamos mais o que é um produto digital, mobile. Todos os projetos nascem em sua essência pensados para os dois”.
Sem dúvida, a TV é uma das plataformas que mais foi colocada em xeque nos últimos anos por conta da explosão do uso de smartphones e tablets, mas o fato é que, sabendo aproveitar, há espaço para atrelar a programação de um canal a um momento em que o consumidor está em posse do seu celular. Segundo Rodriguez, do Twitter, a plataforma soube identificar o comportamento. “Todas as vezes que tem um programa querido do público no ar, como uma atração esportiva, o número de tweets cresce exponencialmente por meio dos devices. É um complemento que melhora a experiência do usuário”, afirmou.
Esse complemento, na visão dos debatedores é o que torna o mobile, atraente, desafiador e, ao mesmo tempo, inventivo. “No nosso dia a dia, temos de levar as marcas para esse elemento complementar. Mas para muitos o celular é a primeira tela. Muitos assistem conteúdo enquanto trabalham, por exemplo. Isso não impede que a pessoa chegue em casa e veja de novo o mesmo conteúdo, mas na TV”, ponderou Virgili.
Os debatedores apontaram que o mobile não é a nova TV, mas é também a TV. E vai cada vez mais se tornar o que a televisão é para os consumidores: um campo vasto para o entretenimento, porém de modo bastante segmentado. Se a TV expõe conteúdo para a massa, o mobile tem o desafio de atingir o consumidor em um momento muito específico.
Cases
Além da discussão, os participantes apresentaram alguns cases que exemplificam o bom uso do mobile. Entre situações de interações como é o caso do Twitter com a TIM durante o programa Masterchef, da Band, até mesmo a produção do aplicativo Academia da Carne, para a Friboi pela ID. Veja os cases:
Academia da Carne : www.academiadacarnefriboi.globo.com/inicio
Twitter Masterchef: https://twitter.com/masterchefbr
Beatriz Lorente
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