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O Espaço é Seu

Lolla e cia.: a mágica também acontece fora do palco

Ju Ferraz, sócia, diretora de negócios e RP da Holding Clube

28.03.25

Estamos vivenciando um momento de virada e transformação no entretenimento. Em um mercado saturado de estímulos e novos formatos de ativação, as marcas que querem se destacar com experiências fora do esperado, principalmente nos grandes festivais de música, precisam entender profundamente as mudanças no comportamento de consumo.


O público hiperconectado e jovem, tem buscado cada vez mais conexões genuínas, que se alinham a experiências que vão além dos shows e brindes. Esse investimento proporciona uma ampliação da vivência dentro de um festival, fortalecendo assim o movimento de comunidades que estão alinhadas às identidades, valores e compromissos de grande impacto, que são hoje parte das principais conversas e debates da nova geração.


Nos últimos anos, os festivais de música deixaram de ser apenas palco de shows grandiosos, para se tornar um verdadeiro ecossistema que não só dita, como também reforça as principais tendências relacionadas à cultura, comportamento e estilo de vida. E as marcas que passaram a atuar tendo esses pilares como protagonistas — mas de forma verdadeira —, estão um passo à frente de se conectar com o público para além das arenas onde as estruturas desses festivais estão montadas.


O Lollapalooza é um festival que entendeu bem como fazer essa transição, já que com o tempo passou a integrar muito mais uma diversidade de gêneros em seu line-up, sendo parte de uma estratégia de expansão para novos públicos e comunidades. Em complemento a isso, o trabalho que é feito para o festival como uma marca também impressiona, pois os simples lambe-lambe com a identidade de cada edição já eram um sucesso, mas as ativações proprietárias do próprio Lolla também reforçam esse posicionamento.


Entre os players relevantes que estão assinando ativações proprietárias no festival, a Coca-Cola volta à 12ª edição com o Coke Studio, projeto assinado pela agência Samba, da Holding Clube, da qual sou sócia. Criamos um hub que respira a identidade cool da marca, mas o diferencial está na forma como potencializamos a cena musical emergente e dialogamos com a nova geração de artistas. Não se trata apenas de patrocinar um festival, mas de ser parte da conversa cultural que acontece ali.


Indo para um campo mais sensorial, Schweppes e Bradesco exploram o paladar dentro do Lolla. A marca de bebidas, da qual já se espera algo relacionado a drinks ou experiências do gênero, contará com uma dinâmica de perguntas e respostas onde o resultado mostra qual o drink ideal para o seu estilo, fazendo com que a mixologia também seja personalizável. Já o Bradesco, que de cara não é possível imaginar uma ativação diferenciada que chame a atenção do público, se posiciona como um pit stop perfeito para hidratação, pois além de distribuição de squeezes, apresenta o primeiro bar de águas saborizadas do festival.


No fim das contas, não basta impactar. É preciso pertencer. O consumidor de hoje quer se ver refletido nas marcas que consome e nos espaços que frequenta. Os festivais são palcos ideais para essa nova dinâmica, pois carregam uma energia única de liberdade e experimentação.


Quem entender essa mudança, e souber usar criatividade e propósito como ferramentas de conexão, não só sairá à frente, mas transformará toda a experiência do entretenimento ao vivo.


Ju Ferraz, sócia, diretora de negócios e RP da Holding Clube


Leia mais sobre ativações no Lolla aqui.


Leia texto anterior de O Espaço é Seu aqui.

Ju Ferraz, sócia, diretora de negócios e RP da Holding Clube

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